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Sensores ingeríveis um contributo forte da Biotecnologia

A biotecnologia está a permitir enriquecer o conhecimento sobre o funcionamento do corpo humano. O desenvolvimento de novos sensores ingeríreis está a permitir monitorizar de forma contínua os pacientes e, até, fazer intervenções cirúrgicas.

Um bom exemplo é o sensor gastrointestinal que o MIT desenvolveu, que consegue estar ativo durante 48 horas dentro do estômago, permitindo a monitorização do aparelho digestivo.

São ferramentas importantes, estes desenvolvimentos ao nível da monitorização remota pois fornecem aos profissionais de saúde novas formas de recolher e analisar dados dos pacientes. Com estes sensores, os médicos podem ter uma visão sobre a alimentação do paciente, eficácia de medicamentos e identificar distúrbios digestivos.

Outro tipo de cápsulas ingeríveis estão a ser testadas para transportar robôs “origami”, que podem dobrar-se ou desdobrar-se, mudando de formato e tamanho. Assim que chegam ao estômago, estes robôs são controlados, a partir do exterior, para realizar intervenções cirúrgicas, transportar medicamentos ou remover objetos engolidos acidentalmente, por exemplo.

Estes sensores juntamente com a inteligência artificial podem conduzir a medicina a um nível de precisão sem precedentes, contribuindo para uma medicina personalizada, mais poderosa e preditiva.

Texto: Adaptado de Supertoast by Fabernovel
Imagem: Unsplash | Jonathan Perez

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